O mundo digital vai substituir o papel, certo? Não é bem assim. O desempenho das gigantes do setor diz o contrário. A americana Internacional Paper faturou US$ 21,7 bilhões em 2017, acima dos US$ 19,5 bilhões de 2016. O aumento da receita se deve principalmente ao negócio de celulose, que foi adquirido da rival Weyerhaeuser no fim de 2016.
"Progredimos de maneira impressionante", diz o CEO Mark Sutton. Maior produtora mundial de eucalipto, a brasileira Fibria é outro exemplo da pujança desse mercado. A empresa se tornou a queridinha da Bolsa de Valores de São Paulo. Em janeiro, suas ações se valorizaram cerca de 20%. Em um ano, avançaram quase 100%. O mais recente balanço da Fibria confirma a performance positiva. No quarto trimestre, a empresa lucrou R$ 280 milhões, ante prejuízo de R$ 92 milhões um ano antes. As novas tecnologias transformam o mundo, mas o papel está longe de acabar.

 

(Fonte escrita por Amauri Segalla -  Correio Braziliense - Brasília, segunda-feira, 5 fevereiro de 2018)  

 

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