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Indústrias do Setor de Celulose e Papel de SC no ranking das 500 maiores do Sul do Brasil

A edição de 2023 do evento 500 Maiores do Sul revelou que as empresas catarinenses foram as que mais marcaram presença no ranking. O estado vizinho Rio Grande do Sul continua com o maior número de empresas na lista (195), contudo perdeu duas companhias em relação ao ano passado. Os dados foram revelados pelo Grupo AMANHÃ e PwC Brasil, o levantamento é o maior ranking regional de empresas do Brasil.

Além disso, o Paraná também perdeu oito companhias na lista, ficando com 164. Santa Catarina, por sua vez, passou para 141 representantes na lista, 10 a mais que na edição de 2022.

Além dos novos acessos ao ranking, as empresas catarinenses também revelaram outros dados promissores no evento de 2023. O Estado conta, por exemplo, com o menor nível de endividamento, em torno de 53%, contra 55% das companhias paranaenses e 56% das gaúchas.

As 500 companhias listadas exibiram um faturamento total de R$ 1,1 trilhão em 2022. Dentre as empresas do estudo, Santa Catarina tem 37,9% de participação em receita líquida, em relação às empresas industriais no estado, à frente do Paraná, que possui 36%, e do Rio Grande do Sul, com 26,2%.

Na Lista de Santa Catarina destacam-se as associadas do Sinpesc: Adami S/A,  Avelino Bragagnolo S/A Ind. e Com., Cia. Canoinhas de Papel e Novacki Papel e Embalagens S/A, na lista da Região Sul: Mili S/A e a Sopasta S/A. Juntas somam um faturamento aproximado de R$ 5,3 bilhões.

Análise do Observatório FIESC mostra que essas 141 companhias catarinenses representaram R$ 354,6 bilhões de receita líquida (em 2022). Entre as 10 maiores da região, três são catarinenses: Bunge Alimentos, seguida pela BRF, e a WEG.

“A indústria catarinense desempenha um papel fundamental na economia, sendo um motor essencial para o crescimento e o desenvolvimento da região Sul. O destaque no ranking das 500 maiores do Sul demonstra a importância do estado como referência nacional e responsável por gerar empregos, impulsionar a inovação tecnológica, contribuindo para a diversificação econômica do país”, ressalta o  presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar.

Além disso, 14 indústrias no estado passaram a integrar o ranking, pertencentes aos setores de papel e celulose, construção e imobiliário, têxtil e confecção, plástico e borracha, informática e automação, automotivo e siderurgia.

O estado lidera em quantidade de empresas nas mais variadas atividades, o que representa a força da sua competitividade estratégica.

(Fontes: Portal ND+ por Luiz Fernando Dresck e Portal FIESC – Adaptado por Sinpesc – 08/11/2023).

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